
Há muito tempo que já sabemos que na Internet, via Google, ou alguma ferramenta semelhante, podemos descobrir tudo, como eu mesmo tenho a mania de dizer que a Internet é Deus e o Diabo, pois se acha tudo de bom e tudo de ruim, só é preciso saber procurar.
Eu tomei o gosto de procurar por pessoas que já fizeram parte da minha vida, da minha infância e até tenho tido bons resultados, achando meus velhos amigos, e hoje consigo falar com alguns praticamente todos os dias e ter noticias dos outro esporadicamente, o que mostra o valor de grandes e verdadeiras amizades.
Mas o que mais me surpreendeu, foi que após a criação deste Blog, amigos de infância de minha mãe, e estou falando de nada mais nada menos que 40 anos atrás, começaram a aparecer, e procurar por ela e através de mim. Pessoas que moram do outro lado do mundo, em Portugal. Hoje ela me disse que tinha conseguido reunir quase todos os amigos próximos a ela, faltando somente uma pessoa, e o legal de tudo isso é ver os elos de amizade voltando e se encaixando nessa linda corrente que é a nossa vida.
Agora todos os dias temos noticias dos amigos de Portugal, e algumas " reuniões " via MSN ou enormes cartas com fotos via e-mail, para mostrar como 40 anos de vida muda muito as pessoas.
Além desses amigos, descobri o paradeiro de meu pai biológico, achei uma tia e ainda descobri que tenho uma irmã, mas que ainda não consegui fazer contato com ela. Mas isso com o tempo vão se resolver, pelo menos assim espero.
Aqui em nossa terra, possuímos muitas fazendas, e os fazendeiros usam essa expressão: "O mundão véio sem porteira", e pra mim agora com a Internet o mundo não passa de meros caracteres digitados ou simples cliques no mouse.
Viva a internet.
2 comentários:
40 anos...é verdade!e, no entanto, é como se hoje fosse ontem...apenas com umas rugas mais ou uma cabeleira mais loira. Mas o diálogo é o mesmo...a mesma a ternura que imprimimos às palavras....
Obrigada Pedro!
beijo
Helena
Oi querido sobrinho Pedro
Aqui de Portugal, tenho acompanhado com muito interesse, o desenvolvimento da vossa familia aí por terras do Brasil, mas depois de uns "desarranjos" aqui nos endereços dos mails, perdi o teu, o da Maria do Mar, e o do Carlos Mar, além de muitos outros.
Mandamos, por e-mail, please.
Teu tio muito amigo
Mário Bettencourt Faria
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